O laser scan mede milhões de pontos; a análise vira um mapa de calor; e a realidade aumentada projeta esse mapa na estrutura de verdade, pelo celular de quem está no canteiro. Azul recuou, vermelho avançou — qualquer pessoa entende em cinco segundos.
Não é maquete virtual: é a medição real da sua obra, com o desvio calculado ponto a ponto, levada de volta ao lugar exato onde foi medida.
O laser scan varre a estrutura — parede, laje, contenção — em milhões de pontos.
Mapa de calor do desvio: azul recuo, verde dentro da tolerância, vermelho avanço.
O heatmap vira modelo 3D leve com âncoras nos cantos de referência da estrutura.
No canteiro, o celular alinha o modelo ao canto real — e o desvio aparece sobre a estrutura.
Nada de headset, nada de app para instalar da loja: é um link. O site detecta o aparelho e oferece o melhor modo disponível — com honestidade sobre o que cada um faz.
No iPhone com LiDAR, o modelo abre no visualizador nativo de RA: você o posiciona no canto de referência e ele fica travado no mundo real — dá para caminhar ao longo da parede conferindo o desvio trecho a trecho.
No Chrome com ARCore, a sessão usa hit-test: primeiro toque no seu pé, segundo toque no pé da estrutura no canto — o próprio aparelho mede distância e direção e ancora o modelo.
Modo universal: você fica no canto de referência, aponta na direção da seta e toca "alinhar". O modelo gira junto com o celular sobre a imagem da câmera.
A RA da Autosite nasceu de pedidos reais de obra — e cada caso deixou o produto mais preciso.
A contenção executada foi escaneada e comparada ao projeto: mapa de calor de ±10 cm sobre mais de 100 m de parede. O engenheiro entra na cava, abre o link, alinha no canto de referência e caminha vendo onde a parede avançou sobre a escavação.
A decisão de tratamento é tomada ali, na frente do trecho — no iPhone com LiDAR o modelo fica travado no mundo enquanto ele anda.
Duas nuvens de pontos, capturadas com semanas de diferença, foram segmentadas e analisadas: planicidade e evolução da estrutura viraram modelos de RA ancorados pelos cantos dos ambientes.
A equipe confere o executado das duas datas sobreposto ao ambiente real — sem levar prancha nenhuma para o campo.
A RA fecha o último quilômetro do dado: o que nasceu no scanner volta para o canteiro — no lugar, na escala e na linguagem de quem executa.
Ninguém precisa traduzir planta para parede: o desvio aparece sobre o próprio trecho, do tamanho que ele tem.
Mestre, engenheiro e projetista olham a mesma cena e decidem o tratamento na frente do problema.
É um link que abre no celular que a obra já tem. Sem headset, sem licença, sem treinamento.
Se já existe nuvem de pontos, dá para ter o primeiro modelo em realidade aumentada em poucos dias.